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O Círio da Prata Grande



Desde o século XVII foram muitos os povos, de diversas localidades, que se deslocaram em romaria para prestar devoção a Nossa Senhora da Nazaré do Sítio da Pederneira (actual Nazaré). Estão registadas peregrinações colectivas provenientes da Pederneira, Penela, Santarém, Coimbra, Sintra, Ericeira, Colares, Mafra, São Pedro de Dois Portos, Almargem do Bispo, Óbidos, Porto de Mós, Alcobaça e Alhandra, pertencentes a cerca de 36 círios diferentes. Actualmente já se contam um menor número. São três os círios que ainda hoje estão presentes nas celebrações religiosas anuais, nomeadamente, o círio da Prata Grande, Penela e de Olhalvo. Contudo, o culto a Nossa Senhora da Nazaré é anterior a esta data, apesar de não haver registos físicos do mesmo, julga-se que as peregrinações colectivas remontam o início do século XV, e a crença na Imagem de Nossa Senhora da Nazaré começou a ganhar destaque a partir do milagre de Dom Fuas Roupinho, em 1182.

O Círio da Prata Grande começou, precisamente, na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição da Igreja Nova, há muitos anos, quando um morador da Arrifana, João Manuel, nascido neste mesmo lugar em 1611, já idoso, resolveu ir em romagem à Nazaré. Em tempos, existiu uma estrada do tempo dos mouros, que saía de Lisboa em direcção a Torres Vedras, atravessava a freguesia da Igreja Nova, desde o Casal do Farelo, passava perto do Lexim, até à Carapinheira, onde tinha um cruzamento para Mafra, Ericeira e outro para o Livramento, Torres Vedras. Segundo dados já em 1608 vinham de Lisboa e arredores muitos peregrinos ao Santuário de Nossa Senhora da Nazaré da Pederneira, um dia estando João Manuel a descansar do seu trabalho debaixo de uma árvore se aproximaram dele um grupo de peregrinos, tendo chegado à conversa que vinham da Nazaré onde se tinha feito milagres nomeadamente a salvação de Dom Fuas Roupinho.

João Manuel ficou bastante admirado com a fé dos peregrinos, sendo que a sua mulher Domingas Ruiva, havia anos que estava doente, e não tinha cura para tal doença, com a sua fé combinou para no ano seguinte se juntar a eles em peregrinação à Nazaré. Como combinado no ano seguinte juntou-se à caravana dos peregrinos, prometendo à Virgem Santíssima com a sua fé e esperança dum milagre para a sua esposa, que iria nos anos seguintes também em peregrinação à Nazaré, o que veio a acontecer. Após ter pedido ao Prior da Igreja Nova as credenciais eclesiásticas para ter aceitação no Santuário e poder participar na peregrinação nos anos seguintes para agradecer à Virgem de Nazaré, levou com ele mais companheiros, um da Arrifana e dois da Igreja Nova, e entre os quatro compraram uma bandeira com as insígnias de “Nossa Senhora da Nazareth da Pederneira”, que no regresso ficava na igreja da sua freguesia.

O movimento de aderência por parte dos moradores da Igreja Nova e dos arredores foi-se enraizando dando origem à Confraria de Nossa Senhora da Nazareth da Pederneira – Círio da Prata Grande, que teve compromisso redigido em 1732 e foi aprovado em 1741 e que conta com 17 Freguesias sendo 13 do Concelho de Mafra, 3 do de Sintra e uma de Torres Vedras. Lista das freguesias: Igreja Nova – Mafra – Santo Isidoro – Montelavar -Cheleiros – Encarnação – São Pedro da Cadeira – Ericeira – Carvoeira – Alcainça – Terrugem – São João das Lampas – Sobral da Abelheira – Santo Estêvão das Galés – Gradil – Azueira – Enxara do Bispo.



(Texto actualizado com novos dados genealógicos referentes ao fundador do círio, João Manuel, da Arrifana, descobertos recentemente por João Luís Alves Francisco)

Bibliografia utilizada para a feitura deste texto:

Pedro Penteado in A Senhora da Berlinda

Bento Franco in Portugal, Ar – Terra – Mar

A lenda de Nossa Senhora da Nazaré



Publicação da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré

O culto a Maria, mãe de Jesus, desenvolveu-se desde os primeiros séculos do Cristianismo e, permanece até aos dias de hoje como um dos mais importantes para os católicos de todo o Mundo. A zona dos antigos coutos de Alcobaça, onde a Nazaré se inclui, não é excepção. Desde tempos imemoriais que o culto mariano possui nesta região grande devoção e afecto popular, afirmando-se especialmente o culto à Nossa Senhora da Nazaré como um dos mais antigos (pelo menos desde o século XIV) e relevantes, chegando mesmo a ultrapassar a mera esfera de influência regional.

A Lenda de Nossa Senhora da Nazaré e a História do Milagre a Dom Fuas Roupinho estão, desde há muito, presentes no imaginário colectivo do povo português. Para a sua divulgação em muito contribuiu a obra do cisterciense Frei Bernardo de Brito, que na sua Monarquia Lusitânia associa o culto medieval à Senhora da Nazaré com o milagre ao cavaleiro D. Fuas Roupinho. Assim, e segundo a narrativa do monge cisterciense que rapidamente se instalou na memória de todos, a Imagem da Virgem é proveniente de Nazaré da Galileia, esculpida em madeira pelo próprio São José e pintada por São Lucas.

No século IV a Imagem encontrava-se na posse do monge grego Ciríaco que a colocou sob a protecção de São Jerónimo, sendo posteriormente aconselhado por este a levá-la para África, para a entregar a Santo Agostinho, bispo de Hipona. Foi Santo Agostinho quem trouxe a Venerável Imagem para a Península Ibérica oferecendo-a ao Mosteiro de Cauliniana, situado na região de Mérida, Espanha, realizando aí muitos milagres. A Virgem de Nazaré permaneceu no dito Mosteiro até ao século VIII, aquando da conquista da Península pelos Mouros.

Após a derrota dos exércitos cristãos na Batalha de Guadalete, o último rei dos Godos, Dom Rodrigo refugiou-se no Mosteiro de Cauliniana, fugindo depois, conjuntamente com o Frei Romano às invasões árabes, levando com eles a Sagrada Imagem de Nossa Senhora da Nazaré e um cofre com as relíquias de São Brás e São Bartolomeu. Dirigindo-se sempre para Ocidente, os dois fugitivos chegaram finalmente, no dia 22 de Novembro, ao local que é hoje a Pederneira. Daí avistaram uma ermida abandonada no monte de São Brás, para onde se encaminharam em seguida. Quando lá chegaram El-Rei Dom Rodrigo manifestou vontade de ali permanecer sozinho, pelo que se dirigiu então Frei Romano para o Sítio, levando consigo a Imagem da Virgem e o cofre com as relíquias.

Ao chegar ao promontório colocou a Imagem e o cofre numa reentrância da rocha. Quando se separaram os dois companheiros combinaram que apenas quebrariam o seu isolamento ao acenderem, cada qual em seu monte e no fim de todas as tardes, uma fogueira, dando sinal um ao outro de que estavam vivos. Isto aconteceu até ao dia em que Dom Rodrigo não avistou o sinal de Frei Romano. Dom Rodrigo dirigiu-se então ao Sitio onde encontrou o seu amigo já morto. O Rei deu então sepultura ao corpo junto à gruta onde estava a Imagem da Senhora da Nazaré e partiu…

A Imagem permaneceu naquele local até ser encontrada, já no tempo do Rei Dom Afonso Henriques, pelo Capitão de Porto de Mós, Dom Fuas Roupinho, quando este se encontrava no local durante uma caçada. Passando posteriormente a venerar a Imagem da Virgem sempre que andava por aquelas bandas.

No dia 14 de Setembro de 1182, num dia de nevoeiro, durante mais uma caçada, Dom Fuas arremessou o seu cavalo na direcção de um veado. Cego pela névoa, perseguiu o veado até à última ponta do penedo, só então se apercebendo que o animal tinha caído no abismo, e que ele próprio estava no extremo da rocha. É neste momento que o cavaleiro se lembra da Imagem de Nossa Senhora escondida ali perto, invocando o seu auxílio para se salvar. De imediato o cavalo para, ficando apenas com as patas traseiras apoiadas no rochedo, permitindo assim que Dom Fuas se salva-se da morte certa.

Após o Milagre, o Cavaleiro foi à gruta onde estava a Imagem para agradecer e orar à sua protectora, fazendo-lhe também a promessa de erigir naquele mesmo local uma capela em sua honra, a Ermida da Memória.



Bibliografia utilizada para a feitura deste texto:

ALÃO, Manuel de Brito, Antiguidade da Sagrada Imagem de Nossa Senhora da Nazaré, edição de Pedro Penteado, Lisboa: Edições Colibri/ Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, 2001.

BOGA, Padre Mendes, D. Fuas Roupinho e o Santuário da Nazaré, Porto: 1985.

BRITO, Frei Bernardo de, Monarquia Lusitânia, Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1975, Parte Segunda, fls. 272 a 279v.

PENTEADO, Pedro, “A Vida Religiosa nos Coutos de Alcobaça nos Séculos XVI a XVIII”, in. Arte Sacra nos Antigos Coutos de Alcobaça, Alcobaça: IPPAR, 1995, pp. 169 a 199.

PENTEADO, Pedro, Peregrinos da Memória. O Santuário de Nossa Senhora de Nazaré 1600 – 1785, Lisboa: Centro de Estudos de História Religiosa da U.C.P., 1998.

A freguesia da Encarnação



Situação Geográfica

Com a área de 28,54 Km2 e 4 798 habitantes (2011). A freguesia da Encarnação situa-se no concelho de Mafra, distrito de Lisboa, e é delimitada pelas freguesias de S. Pedro da Cadeira, S. Mamede da Ventosa e Freiria, do concelho de Torres Vedras, a norte e a nascente; pelas freguesias de Santo Isidoro e Sobral da Abelheira, a sul; pelo oceano Atlântico, a oeste.



Origem

A Freguesia da Encarnação, conhecida por Freguesia de S. Domingos da Fanga da Fé até 1835. Pertenceu ao concelho de Torres Vedras desde o início da Nacionalidade até ao ano de 1855, quando por decreto de uma reforma administrativa passou para o concelho de Mafra.

Com subsolo do período Jurássico Superior, na freguesia foram encontrados fósseis de dinossauro únicos no concelho de Mafra.

De povoamento muito antigo, cujos vestígios remontam aos períodos Paleolítico e Romano. O seu território no início da nacionalidade era designado por Fanga da Fé e, em parte, integrado numa propriedade denominada Quintã da Fanga da Fé, que D. Afonso Henriques doou ao Mosteiro Cisterciense de Santa Maria de Oia, na Galiza – Espanha, que promoveu o desenvolvimento agrário e a fundação de algumas das actuais povoações da freguesia, mantendo-se na sua posse até meados do século XV.

Tendo por base o território da Fanga da Fé, foi criado pelo rei D. Duarte em 1434 o Reguengo com o mesmo nome, que foi concelho nos séculos XVIII e XIX, com Juiz, Escrivão e Notário.

Não se conhece a data da fundação da freguesia, mas a referência mais antiga até agora descoberta encontra-se num registo de 1542, em que aparece como filial da Matriz de S. Tiago de Torres Vedras.

Se até ao terramoto de 1755 a igreja matriz era a de S. Domingos da Fanga da Fé, localizada em S. Domingos, após aquele, devido à destruição então ocorrida, as missas e sacramentos passaram a ser celebrados na Ermida de Nossa Senhora da Encarnação, com autorização dos seus proprietários, os Morgados da Lobagueira. Em consequência deste acontecimento, veio a suceder mais tarde a mudança do nome da freguesia de S. Domingos da Fanga da Fé para Encarnação, por já estar neste lugar situada a sua sede.



Nossa Senhora da Encarnação: As feiras e o desenvolvimento

Na Lobagueira dos Lobatos (antigo nome da Encarnação, mudado para este devido a Nª Srª da Encarnação) existiam umas paredes que estavam em começo de uma Ermida, nas propriedades de Jorge de Figueiredo, Morgado da Lobagueira (antepassado dos actuais Condes de Belmonte), que a tinha mandado fazer havia muitos anos, em honra de Santa Catarina. Como os moradores queriam que na sua aldeia se pudesse celebrar missa, pois ficavam muito distantes da igreja paroquial, pediram licença ao dito morgado para continuarem a obra inacabada, o que ele aceitou, oferecendo a sua ajuda e esmola.

Com a devida autorização começaram, também com esmolas, a construí-la. Para o efeito, além do seu trabalho, contrataram alguns pedreiros e outros profissionais da construção. Mas, estando as paredes concluídas, o morgado, por um seu feitor, mandou embargar a obra, pois tinha intenção de a fazer sob os seus auspícios e administração, com maior brilho e grandeza e sempre sujeita ao seu padroado e, por sua morte, aos de sua família. Para o efeito os moradores assinaram um documento em que afirmavam reconhecer o fidalgo Jorge de Figueiredo por administrador da dita ermida. Tendo ele, no entanto, de conseguir licença para nela se poder celebrar Missa, e de pagar aquilo que era obrigação dos administradores, ficando com o direito de escolher o ermitão, verificar as contas e vigiar a eleição dos mordomos da Confraria, através de um capelão por ele também nomeado.

Depois deste acordo, firmado em 15 de Setembro de 1604, deu-se início à obra da nova ermida, agora, já dedicada a Nª Srª da Encarnação e não a Santa Catarina como anteriormente. Celebrada Missa e pregação, de seguida o próprio Jorge de Figueiredo e os padres que estavam presentes, lançaram as primeiras pedras com a assistência de todo o povo. O acontecimento foi tão especial, que houve festa em louvor da Virgem, e até touradas durante dois dias.

Continuando a obra em bom ritmo, logo foi decidido proceder-se às primeiras eleições da confraria, nas quais elegeram: Miguel Rodrigues de Espargoza, morador na sua Quinta do Milharado junto à Lobagueira, para o cargo de escrivão e Belchior Fernandes, que tinha a profissão de barbeiro e morava na Lobagueira, para ermitão.

Como ainda não havia imagem de Nª Srª da Encarnação, para colocar na nova ermida, foi encomendada uma pelo Morgado Jorge de Figueiredo, ao Cabido da Sé da cidade de Lisboa, cidade onde residia junto ao castelo. Sendo incumbido de a transportar para a Lobagueira, Domingos Ramos, que aqui morava.

Logo que se achou colocada na sua nova residência começou a obrar maravilhas, pois pela sua intercessão várias pessoas foram curadas das suas doenças, o que originou a concorrência de muita gente e a recolha de muitas esmolas que permitiram continuar as obras da ermida. Disso são prova os ex-votos remanescentes da copiosa colecção que antigamente ornava as paredes do santuário.

Apesar de todos os auxílios prestados pelas esmolas dos romeiros, as obras prosseguiam lentamente e só no começo do século XVIII tomaram maior vulto quando em 1709 se concedeu licença para que se celebrassem missas cantadas e solenes procissões e, posteriormente, em 1715, a pedido do Morgado Pedro de Figueiredo (neto de Jorge de Figueiredo), D. João V permitiu duas feiras francas anuais (pois só pagavam apenas um pequeno imposto de terrado, que revertia a favor das obras), “uma a 8 de Setembro, dia de Nª Srª da Natividade, sendo ao domingo, ou no mais próximo a ele, e a outra no segundo domingo de Outubro, para utilidade da mesma ermida e suas obras e para melhor cómodo e provimento de muita gente de romagem que concorria nesses dias”.

Tudo isto concorria enormemente para o engrandecimento do lugar, até aí quase ignorado, que aumentou rapidamente em volta do novo templo finalmente concluído com os alpendres laterais, as duas torres, um grande arco de cruzeiro, uma magnífica capela-mor com retábulo em talha dourada e painéis alusivos à vida de Nossa Senhora, tanto em pintura sobre tela realizada pelo pintor Manuel António de Góis, como em azulejos.

Os círios e as romarias que a partir daí vieram ao lugar da Encarnação (antiga Lobagueira) para festejar Nossa Senhora, que remontam ao século XVII, foram a ajuda fundamental para a construção da ermida e para o desenvolvimento do lugar. Segundo alguns registos, naquele século já aqui vinham círios de Colares, da Igreja Nova, Cheleiros (deste círio houve duas mulheres que vinham no final do tempo de gravidez e nasceram os seus filhos na Lobagueira e no casal da Estrada), e do Turcifal, (segundo um documento descoberto pelo autor deste texto) numa das vindas deste círio, em 11 de Setembro de 1649, houve um acontecimento especial, foi apresentada em frente da ermida, por um grupo de estudantes, ensaiados e dirigidos pelo seu mestre de latim, moradores no dito lugar do Turcifal, uma comédia, à qual assistiram mais de 600 pessoas, de várias freguesias, entre elas 40 padres e quatro frades do Varatojo e da Pena de Sintra.

Segundo a Memória Paroquial de 1758, neste ano, acorriam os seguintes círios:

2º Domingo de Julho: Colares – Sintra

2º Domingo de Agosto: Alcabideche – Cascais

4º Domingo de Agosto: Odivelas

2º Domingo de Setembro: Lourinhã (este círio trazia uma vaquinha que leiloava aqui, entregando a receita do leilão à confraria); São Pedro de Penaferrim da vila de Sintra; São Domingos de Rana, do concelho de Cascais; São Domingos de Carmões, São Pedro de Dois Portos e Turcifal, do concelho de Torres Vedras; Sapataria e Sobral de Monte Agraço.

4º Domingo de Setembro: S. Mamede da Ventosa (que era rotativo pelos lugares da Moçafaneira, Pedra e Carregueira).

2º Domingo de Outubro: Mafra, Igreja Nova, do concelho de Mafra e Belas, do concelho de Sintra.

No ano de 1923 ainda vieram os círios da Pedra (freguesia de S. Mamede da Ventosa), Peniche, Colares e Almargem do Bispo. Mas a última referência à vinda de um círio é de 1930, quando veio o da Carregueira.



A actualidade

Actualmente a Freguesia da Encarnação tem ao dispor vários tipos de serviços, nomeadamente:

  • Farmácia (Encarnação) e Parafarmácia (Barril);
  • Associação de Socorros;
  • Clínicas Médicas;
  • Unidade Sénior com excelentes infra-estruturas;
  • Centro de Dia;
  • Escolas e Jardins de Infância;
  • ATL;
  • Biblioteca;
  • Pavilhão Gimnodesportivo;
  • Piscinas Municipais;
  • Supermercados;
  • Restaurantes e Bares;
  • Bancos;
  • Estações de Serviço e Oficinas de Mecânica Automóvel;
  • Posto de Correios (sito nas instalações da Junta de Freguesia da Encarnação)

Bem como várias associações:

  • Banda Filarmónica 1º de Dezembro de Encarnação
  • Agrupamento de Escuteiros 1277 – Encarnação
  • Clube de Futebol Sporting Clube Encarnacense
  • Associação de Caçadores da Freguesia de Encarnação
  • Grupo desportivo do Barril

Maioritariamente rural, a freguesia da Encarnação tem vindo a crescer nos últimos tempos ao nível não só de serviços, mas também de empresas e população, sendo, cada vez mais, um destino preferencial de habitação.

Como atractivos turísticos dispõe das belas paisagens e monumentos antiquíssimos, tais como a Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Encarnação, a antiga Capela de Nossa Senhora do Rosário das Azenhas dos Tanoeiros, a Capela de S. Lourenço, a Mina, o Cemitério e os célebres moinhos de vento. Na zona costeira o destaque vai para as magníficas praias.

Autor do texto: João Luís Alves Francisco